quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Cristãos do 3º Milênio

Hoje vos convido a uma pequena reflexão sobre um versículo bíblico que está em Isaias 43:25: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.”
Este versículo me levou imediatamente à cena em que homens de Jerusalém levaram até diante de Jesus uma mulher pega em flagrante adultério. Invocaram a Lei de Moisés e quiseram colocar Jesus contra a parede, para que ele consentisse ou até, talvez, tomasse parte no massacre que se anunciava. Jesus proferiu então a sublime frase “Aquele que não tiver pecado, que atire a primeira pedra...”
Agora, seguindo o mesmo raciocínio, imaginem esta cena na igreja de hoje, quando nos gabamos de sermos cristãos da dispensação da graça, de estarmos sob o jugo suave de Jesus! Não teríamos homens com uma pedra em cada mão, teríamos gente com sacos de pedras, prontos para julgar e aplicar a sentença no mesmo ato!
Outra frase que me comove na cena de Jesus e a mulher adúltera é quando ele não ouve mais o murmúrio da multidão e a mulher lhe indica que todos se foram: “Nem eu te condeno, vá e não peques mais!” Será que estamos realmente prontos para ostentarmos o título de cristãos? Até onde vai nossa humildade e tolerância? Até quantas vezes exercemos o perdão durante o nosso dia? Sete vezes? Sete vezes sete? Setenta vezes sete? Não senhores, não sejamos hipócritas. Estivessem presentes naquela cena os cristãos do 3º Milênio, a pobre mulher estaria morta, inexoravelmente condenada, pois Lei mandava e assim então, tal qual Pilatos, lavaríamos as mãos e voltaríamos para nossas casas nos empanturrarmos com o pão mofo de nossa ignorância espiritual.
Agora se a cena viesse a se materializar hoje, e o local do encontro fosse o Brasil, para a maioria dos Cristãos, que falam tanto em amor e perdão, e que muitas vezes se colocam acima do bem e do mal, ela ganharia seis meses de disciplina sem tomar a Santa Ceia, seria olhada de soslaio pelas “santas irmãs” da igreja e, talvez, morta de vergonha, nunca mais entrasse em um culto. Assim vivemos nós, pregadores dos altares, com a bíblia em uma mão e um chicote na outra, prontos para mostrarmos o “caminho”, mesmo que a chibatadas.
Não estamos preocupados em agradar a Deus, estamos mais preocupados em agradar os dizimistas, manter a honra da igreja, guardar os santos costumes... Quando Jesus falou sobre a porta estreita, é porque Ele sabia que muitos leriam a Bíblia e não a entenderiam, outros não procurariam entender, e alguns, não poucos a usariam para satisfazer seus anseios de poder e manipulação, justificando pela Palavra de Deus coisas injustificáveis. Quão ditoso o dia em que ouvirmos o brado: Vem o noivo!!! Ditoso para alguns, mas decepcionante para muitos. Não entenderão o peso de seu corpo, não saberão por que não sobem; só então se darão conta que ainda carregam pedras nos bolsos, e aí... Bem, para nossa sorte, hoje ainda é tempo de salvação!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

China nega proibição da Bíblia na Vila Olímpica

O governo da China negou nesta sexta-feira o rumor de que poderia proibir o uso da Bíblia na Vila Olímpica durante os Jogos de Pequim, em 2008. A possibilidade foi levantada pela Agência Católica de Notícias.
"Como todos sabem, as autoridades chinesas e os organizadores da Olimpíada de Pequim não fariam uma regra como essa", afirmou o porto-voz do Ministério das Relações Exteriores, Liu Jianchao.
"De acordo com as leis chinesas, estrangeiros estão livres para trazer objetos ou material religioso, seja impresso, em áudio ou vídeo para uso pessoa. E isso não será mudado com um decreto antes da Olimpíada", completou.